sábado, 18 de setembro de 2010
Por Marília Ribeiro
Graduanda em Pedagogia da Universidade Federal Da Bahia.
Resenha Crítica do texto: A práxis pedagógica presente e futura e os conceitos de verdade e realidade frente às crises do conhecimento científico no século XX.
Maria Helena Silveira Bonilla possui graduação em Ciências, Licenciatura de Primeiro Grau, pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1985), graduação em Ciências, Licenciatura Plena, Habilitação em Matemática, pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1988), mestrado em Educação nas Ciências pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1997) e doutorado em Educação pela Universidade Federal da Bahia (2002). Atualmente é professora adjunto da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, inclusão digital, software livre e políticas públicas.
A autora tem diversas obras publicadas tais como: Exclusão / Inclusão: elementos para uma discussão. Liinc em Revista, v. 5, p. 10, 2009. A Internet vai à escola. 1. ed. Ijuí - RS: nijuí, 1997. v. 1. 194 p. Escola Aprendente: para além da Sociedade da Informação. 1. ed. Rio de Janeiro: Quartet, 2005. v. 1. 224 p. Reflexão entre Professores em Blogs: passos para novas educações. Revista Tecnologias na Educação, v. 01, p. pal2, 2008. Inclusão digital e formação de professores. Revista de Educação (Lisboa), Lisboa, Portugal, v. XI, n. 1, p. 43-50, 2002.
O artigo de Bonilla que irei dissertar nessa resenha é o: A práxis pedagógica presente e futura e os conceitos de verdade e realidade frente às crises do conhecimento científico no século XX. É um texto bastante amplo e complexo, que aborda diversos e diferentes assuntos pertinentes não só ao ambiente pedagógico escolar, mas ao mundo como um todo. Devido a todas as transformações que vivenciamos atualmente estão mais complexas as relações humanas, com o advento da modernidade, com a revolução científica e tecnológica as relações estão ainda mais complexas.
As transformações e inovações científicas e tecnológicas estão presentes em todos os ambientes, sejam eles escolares, domésticos, ou qualquer outro que envolva relações interpessoais. É possível proferir que a tecnologia na modernidade está intrínseca a vida humana, todo e qualquer ser humano precisa estar conectado com o mundo tecnológico. Os meios de comunicação, a mídia, a educação, todo está ligado ao mundo virtual.
A escola precisa estar intimamente conectada (ligada) com a tecnologia, as crianças muitas vezes já vão para a escola sabendo utilizar o computador e os recursos tecnológicos, a escola precisa reconhecer e levar em consideração a influência que o mundo externo tem sobre ela. Hoje os países de primeiro mundo são aqueles que desenvolvem mais e melhor a tecnologia, tecnologia essa que é utilizada pelas mais remotas comunidades.
Seja na política, na economia, todos dependem da tecnologia para estar conectado com o mundo. É importante salientar, no entanto que essa tecnologia quando não selecionada pode causar muitos danos. É necessário possuir uma visão crítica sobre o mundo da tecnologia para discernir o que serve (o que é útil) do que não serve (maléfico). Essa mesma tecnologia que desemprega uma grande massa, pode também oferecer novas oportunidades para aqueles que estão conectados com o mudo virtual. Os vídeos que são exibidos no site do Youtube é um exemplo, pessoas divulgam os seus trabalhos por meio dele, e na maioria das vezes conseguem retorno imediato, tanto financeiro quanto de divulgação.
Muitas escolas precisam ter um espaço aberto para todas essas informações. O aluno deve conhecer e ter acesso as realidades do mundo científico e tecnológico, porém para isso é preciso ter uma boa e eficiente prática pedagógica na escola. A escola e todos que estão no ambiente escolar necessitam entender a tecnologia como um todo, não apenas a maneira devida de manusear o computador.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Plantão Médico a Distância
Com o avanço contínuo e constante da Tecnologia em praticamente todos os setores quem dizem respeito a vida humana, muito tem se a melhorar. A PUC e a UFMG desde os anos 1997, estudam mecanismos para desenvolver no país a Telemedicina. A telemedicina utiliza- se de equipamentos tecnológicos como computador, notebook, câmaras fotográficas dentre outros equipamentos para diagnosticar o quadro de saúde e facilitar a vida das pessoas que moram distante da capital, esse método também reduz bastante o custo do Sistema Único de Saúde e dos cidadãos além de ser um método veloz. Apesar da telemedicina ser desenvolvida no país desde 1997, o avanço que obteve foi relativamente pequeno, muito ainda tem se a fazer, e falta investimento do Governo, apesar de diminuir o custo do SUS, os aparelhos são importados e tem o custo elevado. Mas a telemedicina promete facilita bastante a vida de todos os brasileiros (as).
Plantão Médico a Distância
Com poucos recursos e criatividade, programa de telessaúde atende mais de 10 miloes de brasleiros- Talita Abrantes.
CIÊNCIA: www.info.abril.com.br/noticias/ciencias.shtml
domingo, 29 de agosto de 2010
Desapego!
O apego nos torna cegos, acorrentados e não conseguimos viver as nossas qualidades originais, nem de ter experiência constante de ser um filho de Deus.
Não imorta que apego seja: à sua imagem, à imagem que você tem dos outros, às especialidades dos outros, às pessoas, coisas, lugares...
O apego destrói você- o ser verdadeiro- completamente.
Pense positivo sobre você, continue a avançar! Ninguém nem nada pode pará- lo, cada um tem um papel diferente.
Não se faça perguntas, isso nos afasta das pessoas. Nã queira que os outros façam o que você diz que é para fazer.
Todos deveriamos fazer o que Deus quer que façamos.
É issso que nos liberta.
Rosa Marusa.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Um pouco de Cultura !
A palavra folclore vem do inglês folk lore. Folk quer dizer povo e lore, saber, estudo. Portanto, folclore é o estudo dos costumes e tradições de um povo. O termo “Folk lore”, foi criado pelo inglês Willian Jonh Thoms e publicado na revista The Athenaeum no dia 22 de agosto de 1846, propondo a criação do termo. Em 17/08/1965 foi oficializado pelo decreto no. 56747. Assim, o dia 22 de agosto tornou-se a data de referência do Folclore. O Folclore Brasileiro é um dos mais ricos do mundo. As tradições, os costumes, as crenças são transmitidas de geração em geração. Fazem parte do folclore as lendas e mitos, os contos, as parlendas, as adivinhas, os folguedos, as brincadeiras e músicas, danças e trava-língua. Com a globalização e os avanços tecnológicos essas tradições estão perdendo sua identidade na sociedade. A escola hoje é obrigada por lei a transmitir essa cultura popular por meio do ensino de História da África e da cultura afro-brasileira. A globalização não pode extinguir o folclore. O Folclore é um elemento fundamental na formação cultural de uma nação ou país. Personagens folclóricos: Saci-Pererê - é um menino negrinho, levado e arteiro. Tem uma perna, sua carapuça vermelha o deixa invisível adora traquinagens, fuma cachimbo, mora no mato e só perde seu poder quando o prende em uma garrafa de vidro. Curupira - protetor das matas e dos animais silvestres. É um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás para confundir aqueles que os perseguem. Ele faz com que todos que matam os animais e maltratam a natureza se percam na mata e nunca mais volte para casa.
Maria Jacqueline Alves dos Santos Matos
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Sonhos de Negro- Jorge Amado
Eram sons de batuque que desciam de todos os morros, sons que do outro lado do mar, haviam sido sons guerreiros. Batuque que resoavam para anunciar combates e caçadas.
Hoje eram sons de súplica, vozes escravas pedindo socorro, legiões de negros de mãos estendidas para o céus.alguns daqueles pretos que já tinham a carapinha branca guardavam nas costas marcas de chicote. Hoje as macumbas e candomblés enviavam aqueles sons perdidos.
Era como uma mensagem a todos os negros, negros que na África ainda combatiam ou caçavam, ou negros que gemiam sob os chocotes dos brancos.
Sons de batuque que vinham dos morros. Se dirigiam também angustiados e confusos, sons religiosos, sons guerreiros, sons de escravos. Ao negro que estava estendido na areia do cais, os sons lhe entravam pelos ouvidos e buliam com o ódio surdo que vivia dentro dele.
O negro se rolava na areia desesperado, nunca tivera uma angustia tão grande.
Ódio que se revolvia dentro dele, via fulas de negros, via negros marcados nas costas pelos chicotes, via negras terem filhos mulatos de senhores brancos, via Zumbi de Palmares transformar batuque de escravos em batuque de guerreiros, via negro nobre e sereno dizendo conceitos ao povo escravo, via a si próprio se levantando contra homem branco.
Jorge Amado
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